quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Sempre é tempo de recomeçar


Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos.
Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.
Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou.
Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado.
Não se ligue em quem te traiu, você foi fiel.
Não se lamente por quem se foi, cada um tem seu tempo.
Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho.
Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si, dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos…
O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva. Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade.
As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos.
Todo o caminho tem duas mãos, emuma avançamos, mais se algo de errado, tomamos o caminho de volta e recomeçamos do ponto de partida. Uma que seguimos ainda com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente, na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o seu destino é ser feliz, eu creio nisso, e você?
Você está pronto para recomeçar?
O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventur

(julio fonseca)

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Alienação Parental

Manipular criança ou adolescente contra seu genitor/a é crime e gera punição.
Usando de imparcialidade muitas vezes podemos perceber mães e pais que depois de se separarem jogam a criança ou adolescente contra o ex-marido ou ex-esposa. Novamente sendo imparciais, infelizmente aqui podemos perceber uma grande parte de mulheres neste grupo. A criança vira objeto de barganha, mercadoria, algo que é usado para se vingar, para punir, etc. Muitas vezes o genitor que tem a guarda manipula a criança e/ou impede ela de ver o ex-marido ou ex-esposa. Outras vezes fazem vitimismo na frente dos magistrados. Outras vezes usam de violência psicológica e emocional. E em muitos casos, usam de tudo isso.
Conforme a lei, é alienação realizar campanha de desqualificação contra o pai ou a mãe; dificultar o exercício da autoridade parental; atrapalhar o contato dos filhos com genitor; criar empecilhos para a convivência familiar; omitir deliberadamente ao genitor informações relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço; apresentar falsa denúncia contra genitor; ou mudar o domicílio para local distante visando dificultar a convivência dos menores com o outro genitor, com familiares ou com avós.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Companheirismo

A rapidez com que o tempo passa, talvez, tenha feito o ser humano esquecer uma virtude super importante -  o companheirismo. A arte de estar ao lado, junto, sem querer ser maior que o outro, mas o respeitar em todos os sentidos.
Companheiro tem que   se colocar no lugar do outro e sentir tudo que ele passa e, ao mesmo, tempo saber ouvir, falar aquilo que for preciso para que a convivio seja harmonioso entre os dois.
Dar as maos e seguir o caminho sem fazer um prisioneiro.
Doar e ser flexivel, pois o companheirismo se alimenta dele proprio.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

LEMBREI



Gosto muito  é de  lembrar (de preferência das coisas boas).
Dizem por aí que isso é viver. Acho que é.
Me transporto para a infância, fazendo cidadezinha de barro, galinhas da vó,
família completa,  Escola Emilio Kemp e as primeiras aulas. A rua Evaristo da Veiga. Do Osmir,
Cesar, Leomir, do seu Raul e a Nair do coqueiro  e lá em cima, perto da Bento, o Elminho, hoje Engenheiro, morando em Caxias do Sul.
Das idas com o pai Darcy, radialista, nas rádios Difusora, Itaí e Continental.
No Colégio Padre Rambo, da diretora Maria Luci Fritsh, escrevia o jornal Ultima Hora, junto com o Luis Paulo.
Ele, agora, é jornalista e mora em Fortaleza. Era uma edição só e datilografada.
Às vezes a gente apresentava, na aula, tipo jornal falado.
Julio de Castilhos foi o colégio do segundo grau. Lá tinha o Capitão, uma espécie
de Bedel. Cuidava pra gente não fazer bagunça. Ou seja, precisava correr
feito um louco, porque a galera não era fácil. O Amodeo, hoje Delegado, Nestor,
Domingos, Walter, a Berenice, do Grêmio Estudantil organizavam a ida para
assistir a escolha da Garota Juliana, no Teresópolis TC ou dançar na Looking Glass.
A turma das festas no bairro Partenon com meu irmão Renato, Toninho, Jorge, Nelson, Mauro, Chicão, Tito, Jesus entre tantos outros. Ainda com a Maris, minha irmã e suas amigas.
A praia de Mariluz, abrigou muitos desses, na Ponderoza ou na casa da tia Marlene, com as primas Claudia e Fátima.
Nesta tarde chuvosa, que avisa que o tempo passa tão rápido e os fatos se compactam tanto
que a gente nem se dá conta que lá se foram 40 anos.
Na Prefeitura do diretor Afonso, da Sônia, da Suzana e da chefe Ilce.
Depois  veio a fase de ser chefe, dos compromissos, da responsabilidade pela folha de pagamento,
dividida com o João e depois com o Beto. Agora vem o fim de carreira, a aposentadoria,
ficar em casa, cuidar dos cachorros e gatos. Ah, e da horta. Cuidar de mim,
da esposa Simone, filhos  e da vida, para que tudo possa terminar, um dia,  com dignidade.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cinemas de rua em Porto Alegre

Hoje não resta mais nada...

                                          Pirajá, na Bento
                                         Ritz, na Protásio
                                         São Luiz, em Niterói, Canoas
                                          Cacique e Scala , na Rua da Praia
                                          Cinema Um, antes Vogue, na Independência
                                         Teresópolis, próximo da Praça Guia Lopes
                                          Miramar, na Aparício Borges quase esquina com a Bento Gonçalves
                                         Miramar, na Aparício Borges quase esquina com a Bento Gonçalves
                                         Lido, na Borges de Medeiros
                                         Rio Branco, na Protasio Alves em frente ao Hospital de Clínicas

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

terça-feira, 25 de novembro de 2014

terça-feira, 4 de novembro de 2014

MAIS UM AMIGO QUE SE VAI...




No dia 29/10/2014, recebi a triste notícia de que o meu amigo Jesus Alves foi encontrado, sem vida, no seu apartamento, no boêmio bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Fotógrafo por natureza, tinha um dom  muito desenvolvido para isso, estava sempre com sua máquina fotográfica nos eventos particulares e em muitos profissionais, onde buscava seu sustento com belas fotos. Alguns exemplos estão no Blog que criei para ele, mas nem deu tempo de ser curtido, clique aqui e veja.
Conheci o Jesus, em 1980, quando fui trabalhar no, hoje extinto, Montepio dos Funcionários Municipais de Porto Alegre. Em pouco tempo nos tornamos amigos, eram dois solteiros e sempre prontos para qualquer festa. Logo levei o Jesus para nossas festas, onde ele conheceu os demais amigos meus e vivenciamos grandes momentos. Naquele tempo gostava de ser DJ e, na primeira vez que esteve em nossas festas, escorregou e caiu em cima dos "LPs", fato lembrado até hoje. Chicão, Tito, Serginho, Mauro, Mauricio, Renato, Toninho, Jorge, Nelson, entre tantos faziam parte da parceria naquela época. 
O tempo passou, cada um foi para um lado, mas mesmo assim, o contato foi mantido. As festas já não tinham mais. Jesus casou e parou com todas as loucuras. Poucas vezes o vi, nesta época. Eu também havia casado. 
Já no início dos anos 2000 eu me separei e fui morar na Cidade Baixa. Eis que descubro que meu apartamento está perto de onde morava o Jesus, também separado. Começa nova fase, com muitas festas, afinal o bairro é boêmio, como falei no começo. Dos amigos anteriores, Chicão e Tito continuavam, outros sumiram e meu irmão até falecer estava junto, também. Somaram-se o Zé, o João, o Charles e mais outros. Em especial o Português, dono do nosso barzinho, que sempre deu força pra ele. Em qualquer evento familiar ou de amigos, tipo aniversário, batizados, casamentos e churrascos, lá estava o Jesus para fotografar. Esse grande amigo era muito prestativo e, apesar do ranço que sempre teve, podíamos contar com ele. Os banners e quadros do Portugália, com nossa turma, ele quem fez.
Sempre buscava companhias femininas e bonitas e seu bom gosto captava, de longe, as melhores meninas das boates de Porto Alegre. Ah, elas sentirão muita falta dele. E os donos dos estabelecimentos, também.
Mas o Jesus amigo, fotógrafo, DJ, festeiro, parceiro e turrão se foi. Nem se despediu de nós. Mas vai deixar muita saudade pelo seu jeito único de ser. Não teremos mais os flashes dele, nem sua voz fanha pra reclamar da carne dura, da bata frita em aniversário, da falta do óleo de Oliva e o famosa frase "deixa déis aí".
Que Deus ilumine teu caminho, um abraço e um beijo no teu coração, de toda a galera da Confraria e deste teu amigo aqui, que sempre te apoiou.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Juntos, até o fim!



Italvino e Diva receberam a bênção do padre em uma igrejinha do interior do RS, há 65 anos, e cumpriram exemplarmente a promessa de se amarem na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separasse. Na sexta-feira, o aposentado e a dona de casa se despediram da vida do jeito que sempre a percorreram: de mãos dadas.
Aos 89 anos, Italvino Possa enfrentava, desde 2013, uma leucemia que lhe minguava as plaquetas. Em abril deste ano, Diva, 80, descobriu um tumor na bexiga cujo prognóstico, ruim, a obrigou a ocupar um quarto desde lá no Hospital São Lucas, em Porto Alegre, onde também, de tempos em tempos, o esposo era submetido a transfusões de sangue. Mesmo debilitado, ele não perdia as esperanças de recebê-la de volta na casa do bairro Jardim Itu Sabará, na zona norte de Porto Alegre, onde costumavam reunir família e amigos para comer guloseimas e jogar conversa fora.
Italvino sempre procurou esconder da companheira a gravidade do seu estado de saúde. Não queria preocupá-la. Na quarta-feira à tardinha, dona Diva, quase silenciada pela doença, pediu para reunir seus queridos: marido, 10 filhos, 14 netos, seis bisnetos. 


— Foi uma despedida — interpreta Rafael de Freitas, um dos netos do casal que se conheceu num "bailinho de interior" e começou, humilde, a construir seu patrimônio plantando tomates em uma terra cedida por um conhecido, na década de 50.
Durante o encontro, seu Italvino chorou.
— Ele suplicou que a mãe não o deixasse e pediu perdão por qualquer erro — relata uma das filhas, Veramar Possa, 52 anos.
Na madrugada, já em casa, ele chamou pela mulher no meio do sono. Enquanto isso, o câncer desligava o último órgão que ainda vivia em Diva, o rim. Na telepatia do fim, o idoso teve uma hemorragia e pediu para ser internado — uma surpresa para o médico nefrologista Fernando Tettamanzy.
— Brincávamos que ele vivia se esquivando de mim, pois relutava muito em ficar internado. Penso que quis isso para acompanhar os últimos momentos da companheira — afirma o médico.
Uma enfermeira tratou de colocá-los no mesmo quarto. Mais: juntou as duas camas. Como em uma resposta automática, os dois se deram as mãos.
— Aperta a mão da tua namorada e tenta ficar calmo — sugeriu a enfermeira ao idoso.
Seu Italvino morreu em poucos instantes. Dona Diva não demorou a acompanhá-lo: se foi 45 minutos depois.
— Ele era tão educado que, até na hora da morte, abriu a porta para ela — descreve Tettamanzy, definindo o casal como um exemplo de cumplicidade, doçura e retidão.
   
Penso que assim que deveriam ser todos os casais, mas, infelizmente, muita coisa acontece e muita coisa se deixa acontecer para que  prejudique a acabe relações.
Que sirva de exemplo esse belo casal gaúcho.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Nunca desista

Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um “bode expiatório” para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz: – Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz. Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a “vibração” aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. – “Mas o que você fez?” E agora? Como vamos saber o seu veredicto?” – “É muito fácil”, respondeu o homem. “Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário.” Imediatamente o homem foi liberado. 

 MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, pois eu estou torcendo por você. Vá em frente apesar de tudo e de todos, acredite: vc que pode conseguir!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Santa Paulina

Nascida no dia 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, Trentino Alto Ádige, norte da Itália recebeu o nome de Amábile Lúcia Visintainer. Era a segunda filha de Antônio Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer. Imigrante italiana radicada no Brasil desde os nove anos de idade, Santa Paulina adotou o Brasil como sua pátria e os brasileiros como irmãos. Imigrou para o Brasil, juntamente com seus pais, seus irmãos e outras famílias da região Trentina, no ano de 1875, estabelecendo-se na localidade de Vígolo - Nova Trento - Santa Catarina - Brasil. Em 1887 faleceu sua mãe e Amábile cuidou da família até o pai contrair novo casamento. Desde pequena ajudava na Paróquia de Nova Trento, especificamente na Capela de Vígolo, como paroquiana engajada na vida pastoral e social. Aos 12 de julho de 1890 com sua amiga, Virginia Rosa Nicolodi, deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, cuidando de Angela Viviani, em fase terminal de câncer, num casebre doado por Beniamino Gallotti. Após a morte da enferma, em 1891, juntou-se a ela mais uma entusiasta de ideal: Teresa Anna Maule. Em 1894 o trio fundacional da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição transferiu-se para a cidade de Nova Trento. Receberam em doação o terreno e a casa de madeira dos generosos benfeitores: João Valle e Francisco Sgrott, hoje um centro de encontros. A itinerância missionária Em 1903, Santa Paulina foi eleita, pelas Irmãs, superiora geral, por toda a vida. Nesse mesmo ano, deixou Nova Trento para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres no Ipiranga, em São Paulo - SP. Recebeu apoio do pe. Luiz Maria Rossi e ajuda de benfeitores em especial do conde Dr. José Vicente de Azevedo. Em 1909, a Congregação cresce nos estados de Santa Catarina e São Paulo. As Irmãs assumem a missão evangelizadora na educação, na catequese, no cuidado às pessoas idosas, doentes e crianças órfãs. Nesse mesmo ano, Santa Paulina é deposta do cargo de Superiora Geral pela autoridade eclesiástica e enviada para Bragança Paulista, a fim de cuidar doentes e asilados, onde testemunha humildade heróica e amor ao Reino de Deus. Compreendendo que a obra é de Deus e não sua, ela se submete humildemente e permanece por 09 anos naquela missão. Em 1918, Santa Paulina é chamada a viver na sede Geral da Congregação, onde testemunha uma vida de santidade e ajuda na elaboração da História da Congregação e no resgate do Carisma fundante. Acompanha e abençoa as Irmãs que partem em missão para novas fundações. Alegra-se com as que são enviadas aos povos indígenas em Mato Grosso, em 1934. Rejubila-se com o Decreto de Louvor dado pelo Papa Pio XI, em 1933, à Congregação. Santa Paulina morre aos 77 anos, na Casa Geral em São Paulo, dia 9 de julho de 1942, com fama de santidade; pois viveu em grau heróico as virtudes de FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE e demais virtudes. Em 19 de maio de 2002, Madre Paulina é Canonizada, na Praça de São Pedro, e passa a ser chamada de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.