sexta-feira, 17 de maio de 2013

Um ano sem meu irmão

   Parece mentira, mas já faz um ano que meu irmão, Renato, partiu deste mundo para o outro lado da vida. Incrível, mas o tempo passa tão rápido. 
Sabe, Renato, com tua ida ficamos órfãos de tua inteligência, conselhos, da tua calma e da tua amizade. Muita coisa mudou aqui. Agora é só eu e a Maris e a gente anda tão distante. 
Em compensação vem vindo mais uma sobrinha ou sobrinho pra ti. É,  eu pai de novo, depois de velho hehehe. Tomara que puxe a ti, pois sei da grande  probabilidade de as crianças puxarem mais aos tios que aos pais.
Mas nada substituirá a tua presença que sempre gostei de compartilhar. Também sei que Deus quis assim e assim será. 
Renato, meu irmão, meu amigo, dia 18/5, amanhã, um ano sem te ter aqui conosco, mas quero, de coração, que estejas bem e feliz e saiba que teus filhos e tua esposa estão levando no peito o teu exemplo de pai e marido. Também a galera da Confraria sempre lembra de ti.
Obrigado por ter convivido contigo.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O Meu Tio Zé

 No dia 17 de março perdi meu tio Zé. Foi casado com minha tia Marlene, irmã de minha mãe, Olga. O espírito brincalhão e muito alegre do meu tio contribuiu para que eu  seja um tanto descontraído. Foi ele que me levou ao Beira –Rio pela primeira vez e por tantas outras. Foi meu padrinho de Crisma, padrinho este que a gente mesmo escolhe. Se eu o escolhi era porque gostava muito dele. Adorava muito a mãe dele, a Dona Áurea, que eu considerava minha avó, também. O bairro e o Clube Partenon tem uma história que se mistura com a dele. Não era meu tio de sangue, mas assim se comportou a vida toda. Depois que foi morar no Centro, seguido eu o encontrava e ele sempre vinha me cumprimentar, me abraçar e perguntava por todos. Meu tio Zé, sei que ta cheio de história pra contar pro São Pedro, aí no céu, pois viveste tua vida intensamente. Até um dia, Zé!